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A trufa negra ou do Périgord é a trufa culinária mais celebrada, um corpo frutífero subterrâneo nodoso e preto de um fungo que vive em simbiose com as raízes de carvalho e aveleira. Como cresce sob a terra e é invisível, é caçada com cães treinados (historicamente porcos). O aroma é profundo, almiscarado, terroso e achocolatado, e ao contrário da trufa branca suporta calor brando, então é ralada sobre massa quente, ovos e risoto ou infundida em gorduras. É em parte cultivada via «trufeiras» inoculadas, embora as trufas silvestres de inverno continuem a referência. Cuidado com o «óleo de trufa» barato, geralmente 2,4-ditiapentano sintético, não trufa real.
Profundo, almiscarado, terroso-achocolatado; intensamente aromático.
Inverno (mais ou menos dez–mar no Hemisfério Norte); caçada em estado silvestre e cultivada em trufeiras.
A identificação é uma cadeia de pistas que deve todos concordem. Isto é uma referência, não uma autoridade de identificação — confirme cada achado silvestre com um especialista.
Visualmente semelhante mas com aroma muito mais fraco; muitas vezes vendido como Périgord. Não perigoso, apenas um risco de fraude.
Exterior preto e verrucoso, interior escuro e marmorizado, aroma intenso; encontrada por cães treinados. Compre de fontes confiáveis — espécies de Tuber mais baratas são vendidas como substitutos e o «óleo de trufa» sintético não contém trufa.